quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
JOAQUIM CRUZ FAZ ANÁLISE CRÍTICA DO ATLETISMO BRASILEIRO
Joaquim Cruz faz análise crítica do atletismo brasileiro
Campeão olímpico dos 800 metros em Los Angeles/1984 e um dos maiores nomes do atletismo, Joaquim Cruz pode voltar ao Brasil para trabalhar na preparação para os Jogos de 2016, no Rio. Recebeu convite do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), mas ainda não definiu o futuro - os Estados Unidos, país em que trabalha como técnico do atletismo paraolímpico, não querem perdê-lo. Independentemente de sua decisão, o ex-corredor manifesta preocupação com a estrutura brasileira e critica duramente a falta de investimentos no atletismo e no esporte em geral.
"A situação do Brasil não mudou. Não houve nenhuma reforma para colocar o esporte nas escolas. Sem essa reforma não vai, é como garimpar em mina que não tem diamante. Eu esperava alguma mudança já no ano passado (após a escolha do Rio como sede olímpica, ocorrida em 2009), mas não houve e vamos ficar nessa briga até não sei quando", declarou, em entrevista exclusiva ao Estado.
O ex-atleta, há quase três décadas fora do País, cita como exemplo a dificuldade para se encontrar novos nomes no atletismo. Lembra que Maurren Maggi, atual campeã olímpica do salto em distância, e Jadel Gregório, do salto triplo, estão na reta final da carreira e não têm tantos anos mais pela frente... Um bom parâmetro será o Mundial de Daegu, Coreia do Sul, entre 27 de agosto e 4 de setembro. A expectativa, no entanto, não é de grande desempenho. Atualmente, a maior aposta é depositada em Fabiana Murer, de 29 anos, saltadora com vara campeã mundial indoor em 2010.
Prestigiado nos Estados Unidos, Joaquim foi promovido de consultor do Comitê Olímpico Norte-Americano a técnico em período integral depois de ter recebido a oferta do COB. Os americanos não querem perder o dedicado profissional que dá expediente no Centro Olímpico de Chula Vista, perto de San Diego (Califórnia). Nem o homem que participa de triagens no Centro Médico da Marinha, observando ex-combatentes de guerra com o olho clínico de quem sabe descobrir atletas. "Na verdade, os EUA não entendem por que eu ainda estou aqui com eles (e não foi chamado antes para trabalhar no Brasil)", disse o brasiliense de 47 anos, que está em Christchurch, na Nova Zelândia, como técnico da equipe paraolímpica dos Estados Unidos no Mundial da categoria.
Você tem envolvimento direto com o atletismo do Brasil, participa de fóruns e discussões. Qual sua análise do esporte no Brasil?
A gente sempre espera o melhor, né? Mas a situação do Brasil não mudou. Não houve nenhuma reforma para colocar o esporte nas escolas. Sem essa reforma não vai, é como garimpar em mina que não tem diamante. Eu esperava alguma mudança já no ano passado (após a escolha do Rio como sede olímpica), não houve, e vamos ficar nessa briga até não sei quando. Só não espero ver a Olimpíada chegar e a gente ficar com esse problema seriíssimo que é o esporte de base.
De quem seria a obrigação de realizar esse trabalho. Do governo ou da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt)?
Eu acho que não é obrigação da CBAt, é obrigação do governo cuidar do jovem brasileiro. O esporte tem de estar na escola, os dois têm de andar juntos, e o governo tem de chamar todos os administradores, as mentes do esporte, e conversar como vamos fazer isso. Eu não sei qual é a melhor forma, porque começar do zero vai ficar muito caro. Tem de aproveitar o que se tem, dar incentivo para os professores, criar ligas, campeonatos o ano todo para os garotos que se interessem em praticar esporte.
Como você analisa as chances do atletismo brasileiro neste ano, em que teremos Mundial e Jogos Pan-Americanos (em outubro, em Guadalajara)?
No momento estamos com esse problema muito sério (da revelação de talentos) e para o Mundial deste ano foi feito muito pouco. Para a Olimpíada do ano que vem (em Londres), vamos tirar de onde? Temos a Fabiana (Murer) e quem mais? A Maurren (Maggi) está voltando, o Jadel (Gregório) está no Brasil tentando acertar a vida dele. No meio-fundo temos o Kleberson Davide e o Fabiano Peçanha e Londres vai ser a última Olimpíada deles. Então não temos muitos nomes diferentes. A preocupação maior é que esses atletas que eu citei já estão no fim da carreira. Não temos renovação.
É verdade que o COB o convidou para voltar ao Brasil e participar da organização do Rio-2016?
Olha, o que eu posso dizer é que houve um convite e estamos trabalhando em cima disso. O Brasil ainda está cogitando, mas eu acho que, por causa desse convite, o Comitê Olímpico Americano já foi e mudou meu status. Antes eu era só um consultor, mas em janeiro eu passei a ser funcionário em tempo integral. Infelizmente as coisas no Brasil são lentas. Conseguimos ter visão, mas não conseguimos trabalhar em cima disso. Quando o Brasil conquistou o direito de realizar a Olimpíada, os Estados Unidos já enxergaram lá na frente. Eles estão me segurando para 2016.
Então está mais difícil o seu retorno?
Não está difícil e, na verdade, os Estados Unidos não entendem por que eu ainda estou aqui com eles (estranham o fato de não ter sido chamado antes para trabalhar no Brasil). Fomos para os EUA só meu treinador e eu. Fui para me aventurar. Mas agora, para voltar, não depende apenas de mim, tem a minha família. É um pouquinho mais trabalhoso, mas acho que o Brasil nos dá condições. Eu já conversei com a minha mulher, meus filhos, e eles voltariam amanhã se dessem a oportunidade. É uma questão de bater o martelo (com o COB).
Qual é o seu trabalho com os paraolímpicos americanos?
A minha função geral é estar à disposição de todos os atletas e treinadores, dentro e fora do meu Estado (a Califórnia). Quando eu venho aqui (em competição), minha função é cuidar do pessoal, dar treinamento e fazer um pouco de coordenação também, por causa da minha experiência. Já são seis anos com os paraolímpicos, este é o meu segundo Mundial. Estive na Holanda (Assen, em 2006) e também na Suécia, num Mundial Indoor informal, em 2005.
Qual o perfil da delegação americana?
É muita gente nova, quase metade da delegação é de atletas jovens, de 15 anos, por exemplo. Esta é a primeira competição internacional deles, serve mais como preparação para o ano que vem (Paraolimpíada de Londres).
Acha que o movimento paraolímpico tem evoluído?
Em termos de participação houve uma evolução muito grande. Você percebe quem é velho, quem é novo. Do último Mundial para este há uma geração enorme de atletas, dirigentes e treinadores novos. Mas uma coisa legal do paraolímpico é que não existe separação dentro da pista de competição. Nós, por exemplo, estamos dividindo nossa tenda (que serve como base dos atletas ao lado da pista de treinos) com o Canadá. Eu conheço o coordenador da Grã-Bretanha, tenho contato com os portugueses, com angolanos... A Alemanha tem muitos atletas que eu conheço também. Pelo fato de eu ter competido no "convencional", muita gente me conhece, então vem bater papo. Eu nunca fiz tanta amizade.
E no nível de organização?
É uma preocupação que existe. Nós seguimos as normas do IPC (Comitê Paraolímpico Internacional) e da IAAF (Federação Internacional de Atletismo), mas às vezes não seguimos nem um nem outro. Não existe essa sinergia entre treinadores, dirigentes. Não está havendo muita comunicação. E isso tem de existir para melhorar a qualidade do esporte de uma forma geral. Temos de definir que normas vamos usar e adaptar para as necessidades do paraolímpico. Não se pode ficar pulando de galho em galho, escolhendo uma norma quando ela nos favorece. Temos de acomodar muitos países e muitas classes diferentes. Não se pode, por exemplo, tirar uma classe para colocar outra, de repente. Muitas vezes estamos trabalhando para desenvolver uma classe, que estava fraca, ela é retirada e se perde todo o trabalho. Por exemplo, o Brasil é forte nos PC (paralisados cerebrais); os EUA, não. Se o IPC corta a classe, porque os Estados Unidos não são fortes, prejudica o Brasil.
QUEM É
JOAQUIM CARVALHO CRUZ
Carreira: O maior feito foi o ouro nos 800 metros da Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Nos Jogos de 88, em Seul, conquistou a prata. Em Jogos Pan-Americanos, subiu duas vezes ao topo do pódio nos 1.500 metros: em Indianapolis-87 e Mar del Plata-95. Ainda levou uma prata no Mundial de Helsinque, em 83, nos 800 m. Desde jovem vive nos EUA e atualmente, aos 47 anos, trabalha no Comitê Olímpico Americano.
FONTE: O Estado de São Paulo
Campeão olímpico dos 800 metros em Los Angeles/1984 e um dos maiores nomes do atletismo, Joaquim Cruz pode voltar ao Brasil para trabalhar na preparação para os Jogos de 2016, no Rio. Recebeu convite do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), mas ainda não definiu o futuro - os Estados Unidos, país em que trabalha como técnico do atletismo paraolímpico, não querem perdê-lo. Independentemente de sua decisão, o ex-corredor manifesta preocupação com a estrutura brasileira e critica duramente a falta de investimentos no atletismo e no esporte em geral.
"A situação do Brasil não mudou. Não houve nenhuma reforma para colocar o esporte nas escolas. Sem essa reforma não vai, é como garimpar em mina que não tem diamante. Eu esperava alguma mudança já no ano passado (após a escolha do Rio como sede olímpica, ocorrida em 2009), mas não houve e vamos ficar nessa briga até não sei quando", declarou, em entrevista exclusiva ao Estado.
O ex-atleta, há quase três décadas fora do País, cita como exemplo a dificuldade para se encontrar novos nomes no atletismo. Lembra que Maurren Maggi, atual campeã olímpica do salto em distância, e Jadel Gregório, do salto triplo, estão na reta final da carreira e não têm tantos anos mais pela frente... Um bom parâmetro será o Mundial de Daegu, Coreia do Sul, entre 27 de agosto e 4 de setembro. A expectativa, no entanto, não é de grande desempenho. Atualmente, a maior aposta é depositada em Fabiana Murer, de 29 anos, saltadora com vara campeã mundial indoor em 2010.
Prestigiado nos Estados Unidos, Joaquim foi promovido de consultor do Comitê Olímpico Norte-Americano a técnico em período integral depois de ter recebido a oferta do COB. Os americanos não querem perder o dedicado profissional que dá expediente no Centro Olímpico de Chula Vista, perto de San Diego (Califórnia). Nem o homem que participa de triagens no Centro Médico da Marinha, observando ex-combatentes de guerra com o olho clínico de quem sabe descobrir atletas. "Na verdade, os EUA não entendem por que eu ainda estou aqui com eles (e não foi chamado antes para trabalhar no Brasil)", disse o brasiliense de 47 anos, que está em Christchurch, na Nova Zelândia, como técnico da equipe paraolímpica dos Estados Unidos no Mundial da categoria.
Você tem envolvimento direto com o atletismo do Brasil, participa de fóruns e discussões. Qual sua análise do esporte no Brasil?
A gente sempre espera o melhor, né? Mas a situação do Brasil não mudou. Não houve nenhuma reforma para colocar o esporte nas escolas. Sem essa reforma não vai, é como garimpar em mina que não tem diamante. Eu esperava alguma mudança já no ano passado (após a escolha do Rio como sede olímpica), não houve, e vamos ficar nessa briga até não sei quando. Só não espero ver a Olimpíada chegar e a gente ficar com esse problema seriíssimo que é o esporte de base.
De quem seria a obrigação de realizar esse trabalho. Do governo ou da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt)?
Eu acho que não é obrigação da CBAt, é obrigação do governo cuidar do jovem brasileiro. O esporte tem de estar na escola, os dois têm de andar juntos, e o governo tem de chamar todos os administradores, as mentes do esporte, e conversar como vamos fazer isso. Eu não sei qual é a melhor forma, porque começar do zero vai ficar muito caro. Tem de aproveitar o que se tem, dar incentivo para os professores, criar ligas, campeonatos o ano todo para os garotos que se interessem em praticar esporte.
Como você analisa as chances do atletismo brasileiro neste ano, em que teremos Mundial e Jogos Pan-Americanos (em outubro, em Guadalajara)?
No momento estamos com esse problema muito sério (da revelação de talentos) e para o Mundial deste ano foi feito muito pouco. Para a Olimpíada do ano que vem (em Londres), vamos tirar de onde? Temos a Fabiana (Murer) e quem mais? A Maurren (Maggi) está voltando, o Jadel (Gregório) está no Brasil tentando acertar a vida dele. No meio-fundo temos o Kleberson Davide e o Fabiano Peçanha e Londres vai ser a última Olimpíada deles. Então não temos muitos nomes diferentes. A preocupação maior é que esses atletas que eu citei já estão no fim da carreira. Não temos renovação.
É verdade que o COB o convidou para voltar ao Brasil e participar da organização do Rio-2016?
Olha, o que eu posso dizer é que houve um convite e estamos trabalhando em cima disso. O Brasil ainda está cogitando, mas eu acho que, por causa desse convite, o Comitê Olímpico Americano já foi e mudou meu status. Antes eu era só um consultor, mas em janeiro eu passei a ser funcionário em tempo integral. Infelizmente as coisas no Brasil são lentas. Conseguimos ter visão, mas não conseguimos trabalhar em cima disso. Quando o Brasil conquistou o direito de realizar a Olimpíada, os Estados Unidos já enxergaram lá na frente. Eles estão me segurando para 2016.
Então está mais difícil o seu retorno?
Não está difícil e, na verdade, os Estados Unidos não entendem por que eu ainda estou aqui com eles (estranham o fato de não ter sido chamado antes para trabalhar no Brasil). Fomos para os EUA só meu treinador e eu. Fui para me aventurar. Mas agora, para voltar, não depende apenas de mim, tem a minha família. É um pouquinho mais trabalhoso, mas acho que o Brasil nos dá condições. Eu já conversei com a minha mulher, meus filhos, e eles voltariam amanhã se dessem a oportunidade. É uma questão de bater o martelo (com o COB).
Qual é o seu trabalho com os paraolímpicos americanos?
A minha função geral é estar à disposição de todos os atletas e treinadores, dentro e fora do meu Estado (a Califórnia). Quando eu venho aqui (em competição), minha função é cuidar do pessoal, dar treinamento e fazer um pouco de coordenação também, por causa da minha experiência. Já são seis anos com os paraolímpicos, este é o meu segundo Mundial. Estive na Holanda (Assen, em 2006) e também na Suécia, num Mundial Indoor informal, em 2005.
Qual o perfil da delegação americana?
É muita gente nova, quase metade da delegação é de atletas jovens, de 15 anos, por exemplo. Esta é a primeira competição internacional deles, serve mais como preparação para o ano que vem (Paraolimpíada de Londres).
Acha que o movimento paraolímpico tem evoluído?
Em termos de participação houve uma evolução muito grande. Você percebe quem é velho, quem é novo. Do último Mundial para este há uma geração enorme de atletas, dirigentes e treinadores novos. Mas uma coisa legal do paraolímpico é que não existe separação dentro da pista de competição. Nós, por exemplo, estamos dividindo nossa tenda (que serve como base dos atletas ao lado da pista de treinos) com o Canadá. Eu conheço o coordenador da Grã-Bretanha, tenho contato com os portugueses, com angolanos... A Alemanha tem muitos atletas que eu conheço também. Pelo fato de eu ter competido no "convencional", muita gente me conhece, então vem bater papo. Eu nunca fiz tanta amizade.
E no nível de organização?
É uma preocupação que existe. Nós seguimos as normas do IPC (Comitê Paraolímpico Internacional) e da IAAF (Federação Internacional de Atletismo), mas às vezes não seguimos nem um nem outro. Não existe essa sinergia entre treinadores, dirigentes. Não está havendo muita comunicação. E isso tem de existir para melhorar a qualidade do esporte de uma forma geral. Temos de definir que normas vamos usar e adaptar para as necessidades do paraolímpico. Não se pode ficar pulando de galho em galho, escolhendo uma norma quando ela nos favorece. Temos de acomodar muitos países e muitas classes diferentes. Não se pode, por exemplo, tirar uma classe para colocar outra, de repente. Muitas vezes estamos trabalhando para desenvolver uma classe, que estava fraca, ela é retirada e se perde todo o trabalho. Por exemplo, o Brasil é forte nos PC (paralisados cerebrais); os EUA, não. Se o IPC corta a classe, porque os Estados Unidos não são fortes, prejudica o Brasil.
QUEM É
JOAQUIM CARVALHO CRUZ
Carreira: O maior feito foi o ouro nos 800 metros da Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Nos Jogos de 88, em Seul, conquistou a prata. Em Jogos Pan-Americanos, subiu duas vezes ao topo do pódio nos 1.500 metros: em Indianapolis-87 e Mar del Plata-95. Ainda levou uma prata no Mundial de Helsinque, em 83, nos 800 m. Desde jovem vive nos EUA e atualmente, aos 47 anos, trabalha no Comitê Olímpico Americano.
FONTE: O Estado de São Paulo
sábado, 29 de janeiro de 2011
ROGERIO BISPO INICIA A TEMPORADA 2011 NA Alemanha

O saltador Rogerio Bispo iniciou a temporada 2011 no circuito indoor de atletismo no meeting de Chemnitz na Alemanha, Bispo obteve a marca de 7,65 ficando em 7º lugar.
Embora o resultado esteja longe daquilo esperado pelo atleta a atuação marca a volta
de Bispo em competições internacionais e a certeza de 2011 será um ano de bons resultados.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
MARCELL KEICH CONQUISTA PRATA NA FINAL ESTADUAL DO PRO-ATLETISMO 2010

Equipe Atletismo no Ribeira em Pirassununga

Keich no podiun

Marcel e o treinador Julião
O jovem Marcel Keich Matsusue conquistou a medalha de prata no salto em distância na final Estadual do 19º Pro-Atletismo 2010, realizada na cidade de Pirassununga dos dia 24 a 26 de setembro.
O atleta fez uma prova excelente alcançando a marca de 5,39 m, sendo superado apenas pelo atleta de Itapetininga com a marca de 5,47m.Mais na avaliação do treinador Julião, Marcel Keich poderia ter vencido a prova já que executou cinco saltos acima dos 5 metros.
O Pro-Atletismo é uma competição do calendário oficial da SELT(Secretaria de Esportes
Lazer e Turismo de São Paulo) para atletas de 9 a 16 anos divididos em categorias de "A" a "D".
Keich que tem 12 anos competio na categoria "B" e em seu primeira participação já subio ao podiun com muita personalidade, outros atletas fizeram parte da equipe:
* Ana Luisa Costa Leite da Silva- 6º arremesso de peso categoria "C"
* Eliene Pereira da Silva- 10º arremesso de peso categoria "D"
* Karen Costa Bispo- 20º 1000 metros categoria "C"
* Dickson, Jorge, Willian e 7º revezamento 4X100 categoria "D"
Ednaldo
A final estadual do Pro-Atletismo teve participação de 500 atletas de todo o estado de São Paulo e a cidade de Miracatu foi a unica do Vale do Ribeira a participar.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
ROGÉRIO BISPO CONQUISTA PRATA NO TROFÉU BRASIL 2010
O atleta Rogério Bispo conquistou no ultimo dia 16 de setembro a medalha de prata no "Troféu Brasil de Atletismo 2010". O Troféu Brasil é a competição de clubes mais importante do atletismo brasileiro e a mais tradicional.
Rogério que atravessou uma temporada difícil com as seguidas contusões não repetiu os grandes resultados de temporadas anteriores onde várias vezes alcançou marcas superiores a 8 metros com facilidade. Com a marca de 7,98 metros o atleta que é natural do Vale do Ribeira conquistou o segundo lugar no salto distância e manteve viva as expectativas para grandes resultados em 2011. Rogério inicou sua carreira em Juquiá na vila olímpica com o seu primeiro treinador Júlio Costa, local onde é ídolo dos jovens que frequentam a escolinha de atletismo. O sucesso desse grande atleta é muito importante para a sobrevivência do atletismo aqui em terras do Ribeira.
domingo, 29 de agosto de 2010
ATLETISMO DE MIRACATU É DESTAQUE NO PRO-ATLETISMO EM CUBATÃO

>EQUIPE MIRACATU E CAJATI<

REVEZAMANRO 4X100 BRONZE NA CAT "D"

KAREN BISPO VENCEU O 1000 METROS CAT "C"

AS CAMPEÃS ANA LUISA DO PESO E PÂMELA DO DISTÂNCIA AMBAS DA CAT "C"

MARCEL KEICH VENCEU DISTÂNCIA, ALTURA E FICOU C A PRATA NO 75 M

RUAN, BRONZE NO ALTURA NA CATEGORIA "B"

PÂMELA,DESTAQUE DO 75 E CAMPEÃ DO DISTÂNCIA CATE "C"

Anderson BRONZE NO 100 METROS

BRUNA ARAUJO CAMPEÃ DO 60M E DISTÂNCIA CAT. "A"
A equipe "Atletismo no Ribeira" participou no último sábado dia 28/08 da etapa regional do "Pro-Atletismo 2010 na cidade de Cubatão. O Pro-Atletismo é mais uma competição realizada pela SELT(secretaria de Esportes lazer e Turismo do estado de São Paulo)nas categorias A,B,C,D, abrangendo as idades de 9 a 16 anos. Os vencedores da etapa regional já se classificam para a finalíssima estadual que reunirá os campeões de todas as regiões do estado de São Paulo, que acontecerá em 2010 na cidade de Pirassununga em Setembro.
A equipe Atletismo no Ribeira já vinha se preparando à bastente tempo para essa competição,
onde defendemos o município de Miracatu com grande determinação.
A equipe conquistou 18 medalhas , sendo 10 de ouro 3 de prata e 4 de bronze.
Foi um grande resultado, avaliou o técnico Julio Costa( Julião) pois nesta competição demos oportunidade para muitos garotos e garotas que nunca tiveram a oportunidade de competir
e eles se deliciaram ao conhecer uma pista de atletismo oficial, e mais do isso, alguns subiram ao podium com personalidade provando que os resultados do atletismo do Vale do Ribeira é fruto do trabalho de base que vem sendo desenvolvido com muita propriedade pelo treinador Julião e seus colaboradoes.
Conquistaram medalhas o seguintes ateltas:
CATEGORIA "A" BRUNA DA SILVA ARAUJO - OURO NOS 60 METROS E SALTO DISTÂNCIA
JOÃO VITOR - OURO NOS 60 METROS E SALTO DISTÂNCIA
MAIKI MATSUSUE - PRATA NO SALTO DISTÂNCIA
CATEGORIA "B"
MARCEL KEICH MATSUSUE - OURO NO SALTO DISTÂNCIA,SALTO ALTURA, E PRATA NO 75 METROS
RUAN HENRIQUE RATEIRO - BRONZE NO SALTO ALTURA
CATEGORIA "C"
JADSON BEZERRA SILVA - BRONZE NO ARREMESSO DE PESO
ANDERSON AMARAL DUARTE- BRONZE NOS 100 METROS RASOS
PAMELA CRISTINA L SILVA- OURO NO SALTO DISTÂNCIA E PRATA NOS 75 M RASOS
KAREN COSTA BISPO- OURO NO 1000 METROS RASOS
ANA LUISA COSTA LEITE - OURO NO AREEMESSO DE PESO
CATEGORIA "D"
DICKON,JORGE,WILLIAN - BRONZE NOS REVEZAMENTO 4X100
DANIEL
ELIENE ,KAREN,JANE, - PRATA NO REVEZAMENTO 4X100
EDILÉIA
ELIENE PEREIRA DA SILVA - OURO NO ARREMESSO DE PESO,BRONZE NO SALTO DISTÂNCIA
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